Controle quÃmico
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NOVARETTI & cols. (1978) verificaram que na cultura da cana-de-açúcar, a aplicação de nematicida incrementou 38,7% na produção de cana e 42% na produção de açúcar por hectare.
GARCIA et al. (1997), verificou que a aplicação de carbofuran no plantio de variedades suscetÃveis, em áreas com elevadas populações de Meloidogyne incógnita (Kofoid & White) Chitwood, resultou em incrementos de produtividade de até 41 t/ha, apenas no primeiro corte. Dinardo-Miranda et al. (1998), trabalhando em campos infestados por Pratylenchus zeae, também observaram aumentos de produtividade de até 41 t/ha, em variedades suscetÃveis quando tratadas com o mesmo produto.
SILVA et al. (2006) em experimento realizado, concluÃram que a aplicação de nematicidas contribuiu para incrementar o número de perfilhos e as produtividades dos colmos e aumento do POL (porcentagem de sacarose aparente). Neste trabalho, também concluÃram que as maiores produtividades de colmos foram obtidas com aplicações de carbofuran aos 10 dias depois do corte.
DINARDO-MIRANDA & GARCIA (2002), avaliaram o efeito da época de aplicação de nematicidas em soqueira de cana-de-açúcar e concluÃram que a aplicação de carbofuran e aldicarb aplicados 40 ou 60 dias após o corte da cana, reduziram significativamente as populações de P. zeae e contribuÃram para incrementos de produtividade em relação à testemunha. Â
Em condições de campo, um dos primeiros experimentos envolvendo Pratylenchus zeae, revelou que a aplicação de nematicidas no sulco de plantio de variedades suscetÃveis contribuiu para incrementos de produtividade de cerca de 20 t/ha (20%), em relação à s parcelas sem nematicidas (NOVARETTI et al., 1988). Estudos posteriores envolvendo outras variedades mostraram que a aplicação de nematicidas no plantio resultou em incrementos de produtividade significativos, atingindo valores de até 40 t/ha para as variedades IAC82-3092 e RB855113 (DINARDO-MIRANDA et al., 1998), comprovando a patogenicidade de P. zeae à cana-de-açúcar. Nesses trabalhos citados, a maioria das variedades comportou-se como suscetÃvel ou intolerante a P. zeae. Se por um lado esse fato evidencia dificuldades na utilização de variedades resistente como ferramenta de manejo de áreas infestadas por esse parasitas, por outro, ilustra o potencial de dano da espécie em questão.

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